Quarta-feira, 2 de Novembro de 2011

O FILHO DO DESCONHECIDO – GUIA DE CRÍTICAS E ENTREVISTAS (ACTUALIZADO)

 

 

BBC (entrevista)

BBC4 (entrevista)

The Austin Chronicle (entrevista)

The Australian

Cleveland Plain Dealer

Daily Mail

The Daily Telegraph

The Economist

The Edmonton Journal (entrevista)

Edinburgh Festivals (entrevista)

Financial Times

Financial Times (entrevista)

The Globe and Mail

The Guardian

The Guardian

The Guardian

The Guardian (entrevista)

The Guardian (entrevista)

The Harvard Crimson

The Hindu (entrevista)

The Independent

The Independent on Sunday

Intelligent Life

The Irish Times

The Irish Times (entrevista)

Irish Independent

Irish Independent

The Literateur

London Evening Standard

London Review of Books

Metro (entrevista)

Minnesota Public Radio (entrevista)

National Post

NewStatesman

The New York Times

The New York Times (entrevista)

The New Yorker

The Observer (perfil)

Público

Readings

The Seattle Times

The Spectator

Standpoint.

The Star

The Star Tribune

The Sunday Telegraph

The Sydney Morning Herald

The Sydney Morning Herald (entrevista)

The Times

We Love This Book

We Love This Book (entrevista)

The West Australian (entrevista)

The Wall Street Journal

The Washington Post

Winnipeg Free Press

publicado por Miguel Seara às 14:05
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Segunda-feira, 31 de Outubro de 2011

O FILHO DO DESCONHECIDO – ALAN HOLLINGHURST

 

 

No final do Verão de 1913, nas vésperas da Grande Guerra, o jovem poeta aristocrata Cecil Valance passa um fim-de-semana em «Dois Acres», a casa da família do seu amigo e colega de Cambridge, George Sawle. São dias intensos para todos, mas é em Daphne, irmã de George, que o seu impacto será mais duradouro, pois Cecil escreve-lhe um poema que virá a tornar-se num marco para toda uma geração.

As intimidades partilhadas nesse fim-de-semana vão transcender os limites do tempo e dar origem a um mito – e a um segredo de família – que atravessa o século XX.

No epicentro desta crónica de costumes está Daphne. Seguindo-a desde a inocência da adolescência até à prudência da velhice, Alan Hollinghurst coloca o leitor perante os efeitos inexoráveis da passagem do tempo e as labirínticas construções da memória.

 

Tendo como pano de fundo um século da vida britânica, O Filho do Desconhecido é um retrato envolvente de uma Inglaterra em constante mutação, um romance sobre o poder duradouro do desejo e a forma como o coração cria as suas próprias lendas.

publicado por Miguel Seara às 10:18
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O FILHO DO DESCONHECIDO – A CRÍTICA

 

 

“É muito raro lermos um livro com a certeza de que será um dos melhores do ano. Mais raro ainda é apercebermo-nos imediatamente de que o seu impacto perdurará por décadas e décadas. O Filho do Desconhecido é admirável.”

Independent

 

“Num romance cuja acção cobre um longo período de tempo, toda uma era ou sociedade podem ser evocadas com uma única frase. Nesta história, até os personagens menores são descritos de forma brilhante. Um exemplo de excelência na arte do romance.”

Times Literary Supplement

 

Hollinghurst pode, com toda a justeza, ambicionar ser o melhor escritor britânico da actualidade. Ele consegue retratar tão pormenorizadamente a consciência individual quanto as amplas correntes sociais e históricas. Sem dúvida um dos romances do ano.”

Guardian

 

“Comédia de costumes, dissecação de classes, de evolução política e social… os prazeres a que os seus romances já nos habituaram estão, nesta obra, presentes em toda a sua riqueza densa e detalhada. Uma coerência magnífica.”

The Times

 

“Um exercício de realismo de excepcional qualidade: na verdade, parece que estamos a assistir à acção e não a imaginá-la. Capta melhor a passagem do tempo e os seus efeitos e perdas do que tudo o que li até à data. Extraordinário.”

Spectator

publicado por Miguel Seara às 10:17
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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2011

ALAN HOLLINGHURST NO PROGRAMA MEET THE AUTHOR DA BBC

publicado por Miguel Seara às 14:57
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Terça-feira, 25 de Outubro de 2011

O FILHO DO DESCONHECIDO – A CRÍTICA DA INTELLIGENT LIFE

publicado por Miguel Seara às 16:01
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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2011

ENTREVISTA DA TIME OUT A TÂNIA GANHO, TRADUTORA DE O FILHO DO DESCONHECIDO

Clique na imagem para ler a entrevista da Time Out à tradutora Tânia Ganho, a propósito da publicação em Portugal de O Filho do Desconhecido, de Alan Hollinghurst.

publicado por Miguel Seara às 14:40
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Sexta-feira, 21 de Outubro de 2011

O FILHO DO DESCONHECIDO – CINCO ESTRELAS NO PÚBLICO

Clique nas imagens para ler a crítica de Helena Vasconcelos, a O Filho do Desconhecido, de Alan Hollinghurst, publicada hoje no suplemento Ípsilon, do Público.

publicado por Miguel Seara às 11:02
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Terça-feira, 18 de Outubro de 2011

ALAN HOLLINGHURST FALA DE O FILHO DO DESCONHECIDO

publicado por Miguel Seara às 11:38
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ALAN HOLLINGHURST LÊ O FILHO DO DESCONHECIDO

publicado por Miguel Seara às 11:37
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A BIBLIOTECA DA PISCINA – ALAN HOLLINGHURST

 

 

Londres, 1983. Aos 25 anos, o aristocrata William Beckwith é exuberantemente gay e escandalosamente sedutor. É também egoísta, ocioso e vaidoso. Durante um engate numa casa de banho pública, o jovem salva a vida de um homem muito mais velho. Este revela ser Charles, Lord Nantwich, igualmente gay e suficientemente colunável para aparecer nos diários de Evelyn Waugh. Quando voltam a encontrar-se, Charles pede ao jovem para escrever a sua biografia e entrega-lhe os diários em que confiou o melhor e o pior da sua multifacetada e emocionante vida. É com relutância que William aceita lê-los. Mas o que vai descobrir abala a sua pose altiva, pois Charles é uma figura extraordinária e emblemática da elite homossexual inglesa. Juntas, as histórias dos dois homens compõem um retrato meticuloso e irónico da vida e da cultura gay inglesas.

 

A Biblioteca da Piscina é uma saborosa e por vezes amarga crónica de costumes, onde o passado e o presente exibem os seus objectos de desejo, os seus códigos mais ou menos secretos, usos e práticas sexuais e amorosas.

publicado por Miguel Seara às 11:20
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A BIBLIOTECA DA PISCINA – A CRÍTICA

 

 

"Uma lição de literatura".

Expresso

 

"Poderoso."

Visão

 

"Um grande romance."

Os Meus Livros

 

"Um romance claro nas suas contradições intrínsecas. Charneira de um tempo e de uma obra. Ainda didáctico."

Público

 

"Incontornável".

Time Out Lisboa

 

“Um dos melhores romances dos últimos tempos e o mais inteligente de todos eles.”

The Times


“Um romance excepcional. Tal como as peças de Oscar Wilde, A Biblioteca da Piscina incorpora magistralmente a ficção convencional num moderno relato de transgressões. Debruça-se sobre a imoralidade com subtileza, sobre complexidades com perspicácia e sobre revelações com uma tremenda elegância literária.”

The New York Times

 

“O primeiro grande romance inglês a retratar a homossexualidade de uma forma moderna… Um romance e uma estreia históricos.”

The Guardian

 

“Indiscutivelmente, o melhor livro sobre a homossexualidade jamais escrito por um autor inglês.”

Edmund White, The Sunday Times

 

“Um livro corajoso. Não entra em polémicas nem pede desculpas. Só choca os que querem ser chocados.”

The Observer

 

“Soberbamente escrito e extravagantemente divertido… Merece o primeiro prémio em todas as categorias.”

Daily Telegraph

 

“Sem dúvida, uma das mais importantes obras de estreia da literatura… Uma obra alegre, sexy e irreprimível, com o peso e ressonância de um romance clássico modernista e a abrangência e surpresa de um livro de memórias.”

The Village Voice

 

“Um romance divertido, melancólico e maravilhosamente escrito.”

Publishers Weekly

publicado por Miguel Seara às 11:15
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A LINHA DA BELEZA – ALAN HOLLINGHURST

 

 

MAN BOOKER PRIZE 2004

 

A vida do jovem Nick Guest muda irreversivelmente quando aceita passar uma temporada em casa de Toby, seu colega de faculdade e objecto da sua vã paixão. Oriundo de uma família da classe média, Nick vai ser iniciado então no mundo dos ricos e poderosos. Vivem-se os impetuosos anos 80, e no círculo do poder da Grã-Bretanha de Margaret Thatcher, onde a ganância é glorificada, Nick, o puro esteta, é um forasteiro, um intruso movido por algo bem diferente. Mas Nick adopta e é adoptado pela extravagante família de Toby, com quem embarca nos vícios da década: dinheiro, poder, sexo e cocaína; e a sua estadia na casa de Notting Hill parece prolongar-se indefinidamente. São tempos inebriantes e Nick rapidamente se adapta ao ritmo vertiginoso das festas e das viagens e à amoral sensação de nada lhe ser vedado. De facto, tudo parece ser possível; a decadência nunca fora tão divertida. Mas esta interminável busca da auto-satisfação tem um preço, e Nick apercebe-se demasiado tarde de que lhe vai custar tudo o que possui.

 

Estamos já suficientemente instalados no novo milénio para permitir que a década de 1980 se assuma como uma era histórica distinta. Neste sentido, A Linha da Beleza é um marco no que de hábitos e costumes do século XX vai ficar para a História. Enquadrado por dois processos eleitorais que reforçaram a liderança de Margaret Thatcher, foca quatro extraordinários anos de euforia, mudança e tragédia. Emocionalmente denso, desarmantemente divertido, é um trabalho de fôlego da autoria de um dos mais brilhantes escritores de língua inglesa.

publicado por Miguel Seara às 11:10
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A LINHA DA BELEZA – A CRÍTICA

 

 

"Brilhante... Um romance de situações e um romance de percepções. Ainda por cima escrito num estilo que não desmerece Henry James e se lê infinitamente melhor."

Expresso

 

"Magnífico."

Público

 

"Os grandes dramas e os grandes clichés do anos 80 – a política, o sexo, a cocaína, a sida – ganham outra dimensão numa escrita sensível, que vai apaixonar todos os leitores anglófilos."

Notícias Magazine

 

"Um escritor magnífico."

John Updike

 

"Tenho a certeza de que nunca usei a expressão 'obra-prima' na crítica a um romance e hesito em fazê-lo agora, mas é um termo muito difícil de evitar quando me encontro face a tanto brilhantismo."

The Observer

 

"Um romance arrebatador, tal é o fulgor fin de siècle de que Hollinghurst o imbuiu."

The Sunday Telegraph

 

"Se daqui a cem anos alguém quiser saber como é que as pessoas eram, como falavam, como se avaliavam e julgavam a elas próprias e aos outros, o melhor que tem a fazer é ler este romance."

Evening Standard

 

"Uma leitura que é puro prazer."

New Statesman

publicado por Miguel Seara às 11:05
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ALAN HOLLINGHURST


Alan Hollinghurst nasceu em Shroud, Inglaterra, em 1954, e estudou em Oxford. O seu primeiro romance, A Biblioteca da Piscina, foi uma das mais aclamadas estreias dos anos 80, conquistando o Somerset Maugham Award em 1989 e valendo ao seu autor um lugar entre os Melhores Jovens Romancistas Britânicos, segundo a revista Granta, em 1993. Seguiu-se The Folding Star, que foi, em 1994, finalista do Booker Prize e venceu o James Tait Black Memorial Prize. A sua consagração definitiva deu-se em 2004, quando A Linha da Beleza foi galardoado com o Man Booker Prize, tendo ainda sido adaptado para a televisão pela BBC.  Foi também considerado pelo Público como um dos melhores romances da década. O Filho do Desconhecido é o seu primeiro romance em sete anos e está já a ser aclamado como um dos melhores livros do ano e da década, cimentando a reputação do autor como um dos nomes cimeiros da literatura anglo-saxónica. Foi nomeado para o Man Booker Prize 2011 e venceu o Galaxy National Book Award 2011, na categoria Autor do Ano, e o 2011 Stonewall Award, na categoria Escritor do Ano.

publicado por Miguel Seara às 11:00
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